sábado, 11 de setembro de 2010

Cap. 3 La Paz










Chegamos muito cedo emk La Paz, saimos procurando nos entornos da rodoviária um hotel que eu tinha de indicação, Hospedaje Uruguaya. Encontramos e pegamos um quarto triplo, eu, Matheu e o Pano, o banheiro era fora, mais jah estavamos desesperados pra tomar um banho, pois desde de Porto Quijaro que não realizamos este feito!!!




O Pior é que o dia nasceu e a água demora muito pra esquentar, pois é tão frio pela noite que ele congela nos canos. Depois de um banho gelado e nem um pouco prazeroso, saimos para cnhecer La Paz e descider como ia ser a viagem dai pra frente, até então nem sabiamos ainda se João Paula viria. Tomamos um café na padaria com mate de coca, que por sinal é bem melhor do mascar a folha de coca, e fomos para uma internet. Engraçado que nenhum de nós três sentimos o efeito da altitude, apenas uma leve ofegância após as subidas. Jãoa Paulo tinha mandado um email falando que chegaria na p´roxima madrugada e teríamos que esperá-lo, também compramos uma passagem para voltar, uma vez que era melhor ganhar estes dias pára ficar viajando do que ter que fazer aquele pecursso de volta.




Quando a gente estava vindo, um rapaz de BH que conhecemos no trÊm tinha nos falado de dois passeios que ficamos aguados por fazer: o Downhill na estrada mais perigosa do mundo e a escalada do Huayna Potossi com 6088m acima do nivel. Saímos pela ruas e pesquisamos várias agências e descobrimos que o melhor era fazer a descida de bike no outro dia e deixar a escalada para a volta. deixamos combinado e no outro dia cedo para fazer a descida.




La Paz é uma cidade muito bonita, mas caótica, tudo tem muita gente e os carros buzinão o tempo todo. É notórioa pobreza da Bolívia, as casa são até bem feitas mais muito poucas tem acabament com reboco, e tem muita gente no centro pedindo dinheiro, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas o diferencial é a cultura. Na parte bai xa da Bolívia não viamos este cidadão tipico do Andes, com suas roupoas coloridas usando chapéu redondinho, as Chollitas, apesar da evidente pobreza, se vestem todas iguais, saia longa, cabelo trançado dividido em dois com um chapéu redondo na cabeça, e um pabo todo colorido amarrado nas costas, mesmo com a pobreza é muito bonito de ver as chollitas e sua cultura, elas só não são tão receptivas e não gostam que tire foto. Consegui algumas fotos, demos umas voltas pelo centro, compramos algumas roupas de frio (fiquem muito atentos, pois roupas mais técnicas de montanha tem muita falsificação!!!), e fomos descansar que no ouro dia tinha mais!!!

Cap. 2 Santa Cruz de la Sierra - La Paz




Este trecho da viagem não tem muito a ser comentado, apenas vou deixar algumas dicas pra galera que vai se aventurar nesta viagem. Como já disse antes, o trêm realmente é bem tranquilo, uma viagem calma, tanto de isco de acidentes como de roubos. Mas, fiquem muito atento, pois a rodoviária de Santa Cruz é bem perigosa de roubos e golpes. Tenho uma amiga que foi pra lá no começo do ano e foi enganada por um cara dizendo ser da polícia e na verdade era um golpista e roubou todo o dinheiro dela. Alguns brasileiros que eu encontrei na viagem contaram histórias iguais também. Agora vou narrar o que aconteceu com agente!


Chegamos cedo na rodoviária de Santa Cruz e estavamos deseperados para chegar em La paz. Algumas pe3ssoas já tinham nos falado que o ônibus que vai direto soó sai de noite, mas insistimos ekm procurar um. Derepente vem um cara gritando: La Paz, La paz, sale ahora!!. paramos ele e perguntamos qto que era diereto pra La Paz o ônibus, ai ele disse que era 120 bolivianos. Negociamos o preço (coisa mais normal, por bizar que pareça) e a passagem saiu por 90. Porém, o cara não tinha troco pra dar pra tdo mundo e tivemos que ir na agencia que ele trabalha. Quando chegamos lá, fui perguntar quanto tempo demorava até La Paz e o cara me disse que minha passagem era só até Cochabamba. Falei que ele estava louco, pois eu tinha pago até La Paz, ai ele com pacinência me mostrou que tinha sido enganado. Então ele mesmo chamou seu vendedor e fez o cara devolver o dinheiro. O cara entregou com maior cara-de-pau do mundo como se tivesse sido a coisa mais normal do mundo.


Fiquem muit atentos com estes tipos de coisas que é bem normal por lá. Nem adianta se extressar, querer brigar, por que as coisas só ficam pior. Prrestem bem atenção!! Pegamos o ônibus para Cochabamba, nossa esta parte da viagem é realmente perigosa, pois os motoristas correm muito, e coisa mais engraçada é que eles não dão seta para ultrapassar, eles buzinão. Se tem um carro mais devagar o onibus para atráz e da uma buzinada, se ele buzinou primeiro que o carro que vem de ferente ele tem a preferência. Não precisa nem falar o susto que levavamos com as buzinadas até entender o que se passava!!


Chegamos no começo da noite em Cochabamba e compramos uma passagem para La Paz, que eram mais 12 horas de viagem. Aproveitamos para jantar e comprar folha de coca, pois agora estavmos subindo a cordilheira dos Andês e altitude podia começar a pegar. Saimos as 10 da noite de La Paz e o ônibus acabou desenvolveu bem e chegamos como umas 5 da manhã, estava muito frio, mais muito frio!!!

domingo, 15 de agosto de 2010

Viagem Bolívia - Perú. Cap. 1















Vou começar explicando o porquê deste postagem neste estilo: prímeiro, pelo motivo que está viagem teve dois tipos de turismo, cultural e de aventura; segundo, que só para variar eu estou postando bem depois da viagem. Bom, então eu vou fazendo capítulos das etapas mais interessantes da viagem.





Este primeiro capítulo eu vou contar, se me permitem a audácia, da parte mais interresante culturalmente da viagem, o Trêm da Morte.





Saímos pela noite de Campo Grande, pegamos o onibus da meia-noite e chegamos em Corumbá as 6 da manhã. detalhe, a imagração do Brasil só abriria as 9 da manhã, chá de espera! Depois de muita espera de ter que enfrentar uma fila duas vezes por pura vacilo, conseguimos carimbar nossos passaportes. Entremos em Poro Quijaro, primeira cidade em solo boliviano, primeira vez que Matheus saia do Brasil, até brinquei - se morrer, pelo menos já saiu do país! Bricadeira de mal gosto neh!!





Compramos, as passagens do trem Puma, pois o melhor que era o Super Puma só tinha no proximo dia, nos custou 110 bolivianos cada uma, algo como 30 reais para nadar 540 km. Apesar do tanto que falaram para pegarmos o trêm melhor, resolvemos encarar este mesmo, tinhamos poucos dias para fazer a viagem. Mais quando trem parou, ficamos impressionado, era muito o bom , soh não tinha ar condicionado e restaurante. Mais as poutronas eram grandes e confortáveis e o trêm tinha um aspecto bom.





Um pouco antes doe sair, já vimos um fato que se reptiu muito nesta primeira parte da viagem. O trêm lotava de gente vendendo de todo tipo de comida. O cheiro de frango frito inundava o ar, misturado com o cheiro de frutas cítricas, dando um odor muito caristico e maracante, nesta parte da viagem.





Eu aconcelho a quem for fazer esta viagem que pegue este trêm mais economico.É um verdadeiro choque cultural. Neste trecho da viagem o percurso é todo por terreno plano, onde corresponde a parte do pantanal boliviano. O trem vai num ritmo bem de vagar e tranquilo, para a todo momento para entrar e sair gente. Cada parada desta lota de vendeores de comida. Estavamos esperando que o trem parace em alguma estação maior para comer, mas nada, o unico jeito de comer era comprar dos vendedores que ofereciam comida no trêm. Estavamos apreencivos, pois uma intoxicação laimentar no começo da viagem não seria legal. E além do mais, eles não pareciam muitos igiênicos!





Por volta de umas 7 da noite que o trem fez a primeira grande parada. Descemos, e já mortos de fome siamos para procurar comida. O melhor que achamaos foi uma pequena marmita de arroz com frango assado na brasa. Como não tinha nada melhor encaramos esta marmita, o detalhe é que com a mesma mão que o cara recebia o dinheiro usava para pegar o frango e por na marmita. Só Deus mesmo para salvar destas bactérias!





O ambiente do trêm é bem familiar, e tem vários jovens como nós que estavam fazendo esta viagem também. A nosso lado viajam duas mães com suas filhas, e um casal de uma brasileira e um boliviano. Foi muito interresante a conversa com estas pessoas. Eles me explicavam da diferença entre culturas entgre o altiplano e os povos da parte leste da Bolívia. A Bolívia pode ser dividas em duas partes: a oeste os povos do altiplano, os aymaras; e a leste os orientais, visivelmente diferentes no biotipo, dos que os povos da altitude, são os descentes dos indios guaranis na parte boliviana. O engraçado é que existe uma rivalidade entre estes dois lados do país.





Acordamos bem cedom e foi possível fazer umas fotos do sol nascendo de dentro do trêm. Tomamos o café da manhã dentro vagão mesmo, assim como nas outras estações, pela manhã o trêm encheu de gente vendendo leite com café, pão, uns pães pequenos como pão de queijo, e um outro feito de milho. Agora o cheiro do frango foi subistituido pelo cheiro de café e milho torrado, bem melhor!





Ainda pela manhã , estavamos sentados quando passou um cara andando pelo trêm e outro rapaz de Saõ Paulo que estava fazendo a viagem seguindo ele e filmando. Fui atrás com minha máquina ligada e filmando também. Fizemos uma camninhada até o ultimo vagão do trem com o cara servvindo de guia. Foi uma verdadeira empretitada cultural, pois o trêm tinha uma segunda classe, que a gente não tinha visto. Gente deitada pelo chão, gente viajando em pé, as poltronas não deitavam. Imagino que deve ser durro viajar naquelas condições! As 11 horas da manhã estavamos em Santa Cruz de la Sierra, a viagem foi tranquila em si, assim como a frase falada por uns dos bolivianos viajantes: - Este é o trêm da vida!.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Viagem dos sonhos


A muito tempo que eu queria ter a experiencia de conhecer os Andes. Foi do nada, estava em casa um dia com uma revista que tinha uma materia sobre o Peru e falei com o Matheus que mora comigo, ele se empolgou tanto que resolvemos sair de vgiagem nas ferias. Nao progamamos muita coisa nao, apenas demarcamos o roteiro e pronto.
Saimos dia 1 de Ouro Preto e fomos dormir emBelo Horizonte, pois no outro dia cedo tinhamos um voo direto para Campo Grande. Em BH foi bem legal,saimos com uns amigos nossos e tomamos umas cervejas despedida. Acordamos cedo no outro dia e saimos rumo ao aeroporto, o unico problema deste voo eque ele era justamente na hora dojogo do Brasil,fazer o que ne... perdemos o primrito tempo do jogo, mais a sorte ( ou azar) que o voo tinha uma escala em campinas e seria possivel assistir o sergundo tempo. Que bosta o Brasil tava joghando muito mal, e ainda por cima foi eliminado... fazer o que, o bom e que tinhammos muita mais a comemorar.
Chegamos no aeroiporto de Campo Grande as 3 da tarde, fomos pedir informaçoes e conhecemos Pano um Tailandes que esta indo para mesma rota que a gente. Fomos nos tres ate a rodoviaria compramos as passagens para Corumba no horaria das meia note, e seguimos para o centro da cidade para conhecer melhor.
Paramos em um, barzinho para comer e tomar uma cerveja, eu conversando com Pano com meu ingles tupiniquinin. Conhecemos uma galera de Campo Grande neste bar, e eles foram super recepetivos e nos levaram para outro bar melhor. Tomamos todas e ainda fomos para o apartamento do pessoal. O melhor de viajer e isto, vc conhecemuitas pessoas, faz amizade e todo mundo se indentifica com a sua viagem, pois viajar e quase um gosto universal!!
O pessoal foi estremanre gente boa, ainda tinha um cara que jah tinha feito a viajem que passou umas dicas bem legais. saimos as10:30 da casa deles e pegamos um taxi para a rodoviaria. Bebados cansados, mais com muita vontade de viajar, assim seguimos para Corumba, para pegar o trem da morte.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

1° corrida de aventuras da brou aventuras







Mais uma vez fui me arriscar nas corridas de aventura, desta vez foi numa aqui perto de Ouro Preto, em Acaica, um vilarejo muito bonito e cercado por montanhas, palco ideal para uma corrida como esta. Desta vez a Equipe Harpya foi representada por mim e pelo Felipe, que mora comigo na minha republica. Po e foi uma formação muito, o Felipe realmente me surpriendeu com seu dsenpenho, já que ele nunca tinha participado de uma corrida deste tipo. Mais para falar a verdade, esta foi uma corrida muito boa, e que serviu de experiência para vários erros bobos que cometemos, que com certeza não aconteceram mais.
Tivemos que ir de onibus para a corrida pois nem eu e enem o Felipe tinha carro, imagina os dois de bike cheio de equipamentos, acho que a galera olhou para nós dois na rodoviária e achou que estvamos indo escalar o Everest, de tanta coisa que a gente levava. Pegamos um onibus que levava direto para a porta do hotel onde iriamos ficar hospedado. Primeiro erro, não me atentei na hora de fazer a reserva e o hotel ficava a 6km de onde seria a largada. Como chegamos na sexta feira que antecedia a prova poderiamos pegar o mapa antes, isto ajuda muito, pois teríamos mais tempo para marcar nosso percurso e pensar as estratégias. Saimos na sexta de noite já testando as lanternas de cabeça e descobrimos que além de ser 6 km de distância era uma serra, quer dizer, que na ida só desceriamos e na volta só subida, de noite!!! Segundo erro, chegamos para pegar o mapa, e eu não tinha me atentado que era obrigatório levar todos os equipamentos para conferir, ou seja, tinhamos que subir tudo denovo... a sorte é que vendo nosso desespero o pai do organizor se dispoz a nos levar de carro até o local, provando mais uma vez o tanto que o povo mineiro é gente boa!! agora tudo certo com mapa nas mãos, os equipamentos todos conferidos saímos para subir a serra, e como subia, já deu para ver o que nos esperava no dia seguinte.
Acordamos cedo, tomamos um café da manhã super reforçado e fomos para a largada, organizamos todos nossos equipamentos e nos preparamos para pegar o onibus que nos levaria para o lugar da largada. Lógico que levamos todos os equipamentos obrigatórios com a gente, terceiro erro, as equipes mais esperintes não levavam nada pois era obrigatório após pc1 passar na área de transição. Faze o que né!! O bom que estavamos nos sentidos bem e largamos num ritmo muito forte, o primiero pc era o pc0 uma subida alucinante, como estamos acostumados com este tipo de terreno batemos em primeiro geral da prova. Saimos de lá e se formou um pelotão compacto correndo muito forte morro abaixo, nos mantemos na frente e acertamos bem a navegação e batemos no pc 1 em 2° geral, e saimos para área de transição de lá pegamos o coletes salva vidas e fomos procurar o pc 2 onde iria ter a transição para o remo. Batemos em 3° geral e pegamos o bote, ai começou a ficar feio, tanto eu como o Felipe não treina remo e inclusive o Felipe nunca tinha remado. A gente parecia dois patos cegos no rio, e por sinal o rio era tecnico cheio de pequenas corredeiras. Olhavamos para o lado e viamos todas as equipes passando pela gentede primeiro na categoria e terciro geral caimos muitas posições, fazendo o remo quase uma hora a mais do que as equipes ponteiras e brigando muito um com outrro. Na hora de entregar o barco é que descobrimos o que nos esperava como técnica vertical, você chegava e tinha que ancorar o barco em uma corda, um da equipe ficava em baixo fazendo a segurança com uma corda preza na minha cedeirinha e na dele, e tinha que subir uma corda de 10 metros que estava preza numa ponte. Eu me sentia em teste fisico do exercito, foi muito dificil, principalmente pq o tênis estava todo molhado e escorregava na corda, só consegui subir na hora que tirei o tenis e usei os dedos tipo calçando a havaina.
Depois iriamos sair para a etapa que mais nos agradava, a bike. fizemos uma transição rápida, e mais um erro, achei que o pedal iria ser tranquilo e peguei poca comida... saimos em um ritmo forte e logo já tinhamos alcançado a dupla advogados aventureiros que 3° no ranking brasileiro, aquilo nos encheu de força e forçamos mais ainda, ai em uma descida o pneu do Felipe furou. Beleza estou super acostumado a trocar pneu, só não esperava que minha bomba iria quebrar justo nesta hora, foi foda pq o pneu dele só ficou com poquinho ar ai tivemos que sguir devagar para não furar denovo. Por um miligra de Deus tava passando um cara com bike destas barra circulares ai eu parei e perguntei se ele tinha uma bomba e por milagre o cara tinha, ai enchemos e voltamos a render bem.
Começamos a fazer um ritmo bem forte e fomos buscando o pessoal, quando derepende a trilha acaba e começa a virar um verdadeiro rasga mato com a bike, tornando o pedal impossivel de render. Mais corrida de aventura é isto!
No horário que a gente estava esperando estar entregando a bike ainda estavamos na metade. saimos do pc 4 em ritmo forte e pegamos os advogados aventureiros denovo, logo caiu a noite e descobrimos que nossas lantenas não eram tão boas assim. Mais a navegação iria fazer a nossa diferença, com uma navegação conseguimos achar rápidos vários pcs que a galera tava se perdendo muito. ai começou a penuria, o pc 7 era praticamente impossivel de achar, o mato tinha crescido tanto que não tinha mais trilha nenhuma, era colocar a bike nas costas e subir um barranco com capim navalha na altura do pescoço cortando todo o braço. Graças a Equipe Leões de Judá conseguimos juntos pegar este pc, mais depois a navegação de noite é bem dificil, o ritmo é bem lento. Tinhamos começado a pedalar as 3 da tarde e entregamos a bike as 11 da noite, quase morrendo de fome, tremendo de tanto frio. Paramos na área de transição e começaram os problemas, as equipes mais esperientes costumam trocas de roupa a cada modalidade e nós não trocamos nunca, o Felipe começou a se assar inteiro tornando andar praticamente impossível. Porém na hora que fomos ver estavamos em segundo lugar na prova na nossa categoria, com muita inssistencia consegui fazer ele não desistir, mas resolvemos que iriamos fazer o nosso ritmo.
Saímos para uma pernada de 15km de trekking, a princípio a navegação foi tranquilo, logo juntamos com o quarteto Leões de Judá novamente e descidimos seguir juntos, achamos o pc 8 e seguimos para o pc 9, o verdadeiro crux da prova. quando terminamos de descer um forte morro achamos um atleta da categoria solo que estava perdido a mais de 2 horas procurando este pc, juntamos todos e saímos para procurar este pc, ficamos juntos mais de 2 horas e nada, nisto o Felipe começou a sentir muito o cansaço e as assaduras e resolvemos abandonar, pois já estvamos com vinte horas de prova. Voltamos até casa de um senhor e dormimos lá até de manhã e voltamos para parte final da prova.
DEvido o alto grau de dificuldade da prova apenas 15% das equipes que largaram terminaram, dpois das que terminaram nós fomos os que conseguimos chegar mais longe. AAA ainda esqueci de falar que durante todo o trekking o lanterna do Felipe quebrou e ele tinha que andar do meu lado pois não via nada!
Confesso que foi uma experiência impar nas nossas vidas, e nos empolgou demais, primeira prova do Felipe e segunda minha andando junto com os melhores do país foi muito bom. Conseguimos ficar em 3° na categoria subindo no podium e resebendo muitos elôgios da organização da prova. Valeu Felipão, Harpya é nóis!!!

Iron Biker 2009



Mais um ano o Iron Biker foi realizado aqui na cidade de Ouro Preto e Marina. Umas das maiores provas da américa latina este ano teve por volta 700 participantes. Como faço parte da associção de MTB da cidade Ouro Preto a organização cede as inscrições para gente. Cara e este ano foi especial, especialmente muito duro, sendo que a prova é dividida em duas etapas, a primeira com largada e chegada em Ouro Preto totalizando 86 km e a segunda em Mariana com o total de 56 km.
primeiro dia: quando a largada e chegada se dá em Ouro Preto, uma coisa é garantida, o final vai subir muito, isto por que, Ouro Preto está situado no alto de uma serra. A largada foi dada as 9 horas da manhã na praça tiradentes, o dia estava nublado e garoando de leve. o pelotão largou compacto em um ritmo forte e já começou a separa na subido do morro Santana, uma subida de 5km de asflato, um pouco dura, mas rende. Consegui desenvolver um bom ritmo, mas com 6 km, de prova, isto é, na primeira descida furei o pneu traseiro. Não podia acreditar, via todo o filme do Xterra se repetir novamente, porém em uma prova mais longa onde forçar o ritmo para se recuperar pode custar muito caro.
Troquei rápido e sai forçando o ritmo, não deu outra com 40km de provas começei a sentir fortes caimbrãns nas pernas, diminui o ritmo mais não teve jeito o resto da prova toda foi administrando a caimbrã com o cansaço. consegui terminar a prova, porém na 26 colocação, foi sem duvida uns dos dias que mais sofri em minha vida!
segundo dia: o segundo dia era em Mariana, lá é mais plano, isto significa que a prova vai rodar em ritmo forte o tempo todo. A largada foi pontualmente as 10 horas da manhã largando em um pelotão compacto, pegamos um trecho de 5 km em asfalto plano, o pelotão se manteve compacto rodando em um ritmo muito forte até a entrada da primeira subida de terra que começou a realizar uma seleção natural.
Depois prova entrou em longos trechos de single tracks, rápidos e muito tecnicos, consegui me manter em bom pelotão, porém ainda estava sentindo muito as pernas pelo esforço do dia anterior. Quando começou os longos trechos em subida perdi muitas posições que não recuperei nunca mais. Mais confesso que fiquei muito feliz com minha participação, pois além dos treinamentos me divido entre a universidade e vários projetos de pesquisa que realizo, e para um amador( literalmente ama dor!) terminar uma prova deste porte é realmente muito bom!
Espero participar o ano que vem denovo, é prazer sofrer nas trilhas de Ouro Preto!!

XTerra Estrada Real – MTB


No dia 3 Outubro de 2009, o Xterra um circuito mundial de triatlhon off-road passou pela cidade de Ouro Preto, o interessante é que os organizadores não se restringiram a apenas organizar o duathlon (pela ausensia de rios e lagoas na região) e fizeram mais uma prova de running noturna e uma de mtb no domingo.
Como tudo que está envolvido com mtb em Ouro Preto passa pela mão do Kilder (uma referência do esporte na cidade) e ele é meu amigo, conseguiu uma inscrição para eu participar da prova de Mtb. A largada seria as 10 horas da manhã do domingo. Acordei cedo, conferi a bike tudo preparado, e já sentia que era um dia inspuirador. Tinha chovido muito na semana anterior, mais no dia fazia um sol lindo e quente, eu gosto de clima quente.
A largada foi dada pontual mente as 10 horas, largaram todas as categorias juntas num ritmo muito forte, só de cara já pegava o que Ouro Preto sempre reserva para os bikers, uma subida alucinante do morro São Sebastião. É uma subida muito ingrime, de uns 2 km, mais muito forte. O pelotão fraguementou inteiro ali, separando, literalmente os homens dos meninos.
Consegui subir em um bom ritmo, mais na entrada da trilha, tive a primeira surpresa da prova, errei uma curva e peguei uma pedra que me custou o pneu traseiro furado. Não acreditava pois estav indo bem, troquei o mais rapido possível, e não tinha outra alternativa a não ser "socar a bota".
Realmente fiz muita força, e fui galgando posições aos poucos, como quase todo o circuito eu já conhecia, não encontrava grandes dificuldades nas partes técnicas. Após a ultima subida dura da prova, uma pequena serra de uns6 km quase toda em cima de lajota de pedra consegui ultrapaçar muita gente e distanciar bem do pelotão que eu vinha. Cosegui ainda um arremate muito bom no final.
Bom, o melhor é que ainda, mesmo em uma prova de recuperação consegui fazer o segundo lugar. Nem acreditei, sabia que tinha andado bem, mais o segundo me surpriendeu. Tá valendo, se não tivesse furado poderia ter conseguido a vitória.