domingo, 19 de setembro de 2010

Cap.¨6 - Ruinas Incas em Cusco















Combinamos com ao taxista que tinha levado a gente até o hotel um passei pelas ruinas Incas, ele fez um bom preço, tipo 35 reais para nos levar em todas as ruinas que tinha nas redondezas de Cusco, que são: Saqsaywaman, Quenco, Pucapucara e Tambonachay. O combinado era ele nos pegar pela manhã, mais devido a ressaca mão foi possível!!! rsrsrs. Sem contar que o Matheus pegou alguma bactéria no Bolívia e impossibilitou ele de fazer qualquer passeio com a gente neste dia.





Pela manhã, saímos para dar uma volta e conhecer Cusco, na verdade a arquitetura colonial é muito bonita em Cusco, na praça das Armas da para ter uma ideia de como foia colonização espenhola no império Inca. Almoçamos pelo centro mesmo, e preferimos comer bem pois o Matheus tava mal e ninguem tava sentindo o estomago muito bom!!





Pela tarde, como cobinado, o taxista chegou e fomos ver a ruínas, mais antes tivemos que comprar um passe livre para todas as ruinas, que custa por volta de 35 dolraes para estudantes, mas o bom que este ingresso vale para todas as ruinas de Cusco, do vale sagrado e também alguns museus!!





A primeira ruina a ser visitada foi Saqsaywaman, é maior e mais exuberante de todas, poré só se encontra uns 16% do que ela era na época do império. Chegamos e negociamos um guia para a visita, pois passear sem entender nada do que se está vendo é muito ruim. O nosso guia até que foi bom, um nativo quechua do local mais senhor, e que falava quechua. Ele nos ensinou muitas coisas das ruinas e alguns aspectos da cosmologia, como a triade que é representada o tempo toda na arquitetura, e nestas ruinas estão expressas nos três patamares do muro. A verdade que Cusco era a capital do império, sendo que em quechua (lingua dos incas) a palavra cusco significa umbigo, o centro do império. As ruinas são realmente exuberantes e muito bonitas, realmente os inas eram reais mestres de obras, e nestas ruinas também estão as maiores pedras usadas em construções incas, realmente monolitos gigantes. Quanto a trilogia ela está mais expressa na chacana, que é a cruz inca, onde o primeiro nivel é o reino da cobra que representa a sabedoria, o nivel inferior, sub mundo; já o segundo patamar é o nivel da terra, que é representado pelo jaguar que simbolisa o poder; e por último, o nivel de cima, o céu, que é representado pelo condor, que presenta a paz. O guia nos disse que antigamente estas cidades tinham o formato destes animais, sendo que Cusco era o formato do jaguar, Pisaq o formato da cobra e Machu Pichu o condor (este é possivel ser visualizado se vc utilizar a imaginação!!).





Depois de Saqsaywam fomos visitar Tambomachay, que é onde o Imperador Inca ia se banhar, esta sim foi bem reconstruida e está inteira a ruina. Depois dela fomo visitar o forte de Pucapucara, onde ficava instalado na época do império inca um sistema de pedágio para chegava do vale sagrado e para quem saia de Cusco. E por ultimo fomo visitar as ruinas de Quenco, que era um antigo centro de ritual onde se trabalhavam as múmias Incas, e tem uma parade de pedar, que dizem que no soltisticio de inverno, no dia 21 de junho, o sol da manhã produz a sombra de um jaguar na parade de pedras, e era um ritual apenas praticado pela corte e nobreza. Assim terminamos esta visita as ruinas de cusco e deixamos agendado para o outro dia uma para sairmos para o vale sagrado, e rumo a Machu Pichu!!!

Cap. 5 - Viagem a Cusco e Balada Mama Africa






Depois do rolê com a bike estavamos já suprido de adrenalina, matamos a vontade de um pouco de emoção - tirando o ônibus até La Paz!! rsrsrss. Nosso amigo João Paulo, chegou na madrugada e já tinhamos comprado as passagens para Cusco. De La Paz, tem esta boa opição de você pegar um ônibus direto La Paz - Cusco, são mais ou menos uns 600km, mais dá para ir tranquilo. O ônibus sai as 8 da manhã de La Paz, e para ir só tem de dia , pois tem que passar na fronteira de dia para carimbar o passaporte.



Este trecho da viagem é realmente alucinante, uma boa parte do trajeto vai beirando o lago Titicaca, e também cruza o altiplano boliviano e peruano, com umas paisagens realmente incriveis. Mais primeiro vou contar as proezas da viagem... O ônibus parou em determinado momento par apresentarmos o passaporte para o exército boliviano, estavamos todos empolgados, pois João tinha cabado de chegar. João estava se sentindo um pouco indisposto pela altitude, ai eu sugeri para a gente comprar um pouco de folha de coca, pois nos tinhamos feitos isto e não tinhamos sentido nada da altitude!! Porrém começamos enrolar para comprar a folha de coca, e começamos a escutar o barulho do onibus saindo, fiocu eu acabando de pagar para a chollita e João e Matheus deram um verdadeiro tiro e conseguiram parar o ônibus, por pouco que não ficamos perdidos no meio do altiplano com todas as nossas coisas dentro do bagageiro!! rsrsrs



Mais tirando este imprevisto, o resto foi bem tranquilo, uma paisagem de fundo realmente deslumbrante, dah vontade de levar uma bike e fazer este trajeto todo de bike, de tão bonito que eh!!! aaaa Já ia me esquecendo, levem muita comida quem for fazer esta viagem de ônibus, o ônibus não para e nenhem lugar para comer, chegamos em Cusco quase morrendo de fome e de vontade de matar o motorista!!! hauahuahauh



Ao chegarmos em Cusco conhecemos um taxista na rodoviária que nos levou a um hotel bem legal e bararto, tipo 10 reais por dia, pore´m bem confrotavel, segue a indicação: Hospedaje Andina, fiva na Calle Tecte, perto da praça das armas!! Deixamos as nossas coisas lá, e saimos para jantar. Depois de um Salmão a la plancha maravilhoso e uma garrafa de vinho peruano, descidimos sair para fazer uma balada em Cusco. O legal de você ficar perto da praça das armas é que todas as baladas são lá. acabamos indo na Mama Africa, por sinal muito boa, para beber eh caro mais vc não paga pra entrar!!



Chegamos no Hotel as 5 da manhã destruido e completamente bebados, mais foi bem demais, o povo do Perú são bem animados, sem contar que tinha gente do mundo todo e toco até Funk, é isto ai o nosso funk é internacional!!!

sábado, 11 de setembro de 2010

Cap 4 - Camino de la muerte











A Bolívia é, sem dúvida, uns dos melhores lugares do mundo para se praticar turismo de aventura, além das inumeras paissagens e lugares maravilhosos que os Andes proporcionam, eles conseguiram desenvolver bem este nixo comercial e sabem como montar programas muitos legais e com um preço bem acessível, principalmente para estudantes. A estrad da morte é um destes programas, uma descida de aproximadamente uns 70 km com uns trechos bem perigosos, pelas escarpas que beiram a estrada, mais ao mesmo tempo muito interessante pois da para ver diereitinho como muda a paisagem da cordilheira para a baixada. Chegamos cedinho no hotel El Solario de onde sairiamos para fazer a descida. O pacote é muito bem pensado, o preço varia de acordo com o tipo de bike que vc escolhe. N´´os escolhemos as melhores bikes, full suspesion, com os melhores equipamentos e custou 50 dolares. Neste pacote vinha incluso a bike todos os equipamentos, um café-da-manhã antes de sair, dois lanches no percurso, almoço na hora que chega, camisa, os guiass, as fotos e mais o transporte. `´E muita coisa pelo preço!!!




chegamos tomamos o café, o guia já da uma explicação legal do percurso e depois saimos. Tem que andar uns 20 km ateh onde começa a descida, numa altura de aproximadamente 4700 acima do nivel do mar. O grupo era bem heteregêneo, com gente do mundo todo e só eu e o Matheus de braisleiros, e inclusive nós eramos os que mais falavam, enchiam o saco e logo fizemos muita amizade com os guias.




a Descida começa com um trecho de 20 km de aasfalto, a cordilheira dos andes é realmente impressionante, muito bela. Logo no começo jah deu para perceber o que nos esperava, paramos em um barranco para tirar foto e la em baixo tinha um carro caido todo amaçado, te falar a verdade, que com toda a experiência que tenho de bike, deu medo!!! Os guias são bem experientes e param a todo momento para dar dicas do que vem pela frente.




Quando entra no trecho de terra é que fica alucinante a descida, mistura alguns trechos que dá para desenvolver velocidade com curvas duras que se vc errar cai num abismo, não dá para brincar!!! indagando o guia sobre as mortes que já ocorreram o guia me disse que já morreram 26 pessoas naquela estrada e que ele jah tinha visto umas 10 pessoas morrendo!!! conselh meu Desce na boa. Vou contar uma coisa que aconteceu qdo estavamos descendo. Estava descendo na frente eu o guia e um cara da Republica Tcheca, entramos em um techo com bastante curvas e o tcheco começou tentar a acompanhar o guia, o cara errou duas vezes as curvas a sorte dele é que justo nas curvas que ele errou tinha uma barra de ferro que não deixava cair pro barranco, por muito pouco que eu tbm não presencio uma morte na Ruta DE la Muerte!!!




Depois chegamos no hotel onde termina o passeio e tinha um almoço fenomenal esperando a gente, eles também disponibilizaram toalhas para tomar banho e foi possivel tirar um descanso. Na volta eu não acreditei, o carro voltava pelo jmesmo caminho que a gente veio, a cada curva tinha uma cruz e o nome de alguem que morreu naquele lugar, o engraçado é que na descida eu não tinha visto nenhuma!!! ainda bem!!!




Cap. 3 La Paz










Chegamos muito cedo emk La Paz, saimos procurando nos entornos da rodoviária um hotel que eu tinha de indicação, Hospedaje Uruguaya. Encontramos e pegamos um quarto triplo, eu, Matheu e o Pano, o banheiro era fora, mais jah estavamos desesperados pra tomar um banho, pois desde de Porto Quijaro que não realizamos este feito!!!




O Pior é que o dia nasceu e a água demora muito pra esquentar, pois é tão frio pela noite que ele congela nos canos. Depois de um banho gelado e nem um pouco prazeroso, saimos para cnhecer La Paz e descider como ia ser a viagem dai pra frente, até então nem sabiamos ainda se João Paula viria. Tomamos um café na padaria com mate de coca, que por sinal é bem melhor do mascar a folha de coca, e fomos para uma internet. Engraçado que nenhum de nós três sentimos o efeito da altitude, apenas uma leve ofegância após as subidas. Jãoa Paulo tinha mandado um email falando que chegaria na p´roxima madrugada e teríamos que esperá-lo, também compramos uma passagem para voltar, uma vez que era melhor ganhar estes dias pára ficar viajando do que ter que fazer aquele pecursso de volta.




Quando a gente estava vindo, um rapaz de BH que conhecemos no trÊm tinha nos falado de dois passeios que ficamos aguados por fazer: o Downhill na estrada mais perigosa do mundo e a escalada do Huayna Potossi com 6088m acima do nivel. Saímos pela ruas e pesquisamos várias agências e descobrimos que o melhor era fazer a descida de bike no outro dia e deixar a escalada para a volta. deixamos combinado e no outro dia cedo para fazer a descida.




La Paz é uma cidade muito bonita, mas caótica, tudo tem muita gente e os carros buzinão o tempo todo. É notórioa pobreza da Bolívia, as casa são até bem feitas mais muito poucas tem acabament com reboco, e tem muita gente no centro pedindo dinheiro, como em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas o diferencial é a cultura. Na parte bai xa da Bolívia não viamos este cidadão tipico do Andes, com suas roupoas coloridas usando chapéu redondinho, as Chollitas, apesar da evidente pobreza, se vestem todas iguais, saia longa, cabelo trançado dividido em dois com um chapéu redondo na cabeça, e um pabo todo colorido amarrado nas costas, mesmo com a pobreza é muito bonito de ver as chollitas e sua cultura, elas só não são tão receptivas e não gostam que tire foto. Consegui algumas fotos, demos umas voltas pelo centro, compramos algumas roupas de frio (fiquem muito atentos, pois roupas mais técnicas de montanha tem muita falsificação!!!), e fomos descansar que no ouro dia tinha mais!!!

Cap. 2 Santa Cruz de la Sierra - La Paz




Este trecho da viagem não tem muito a ser comentado, apenas vou deixar algumas dicas pra galera que vai se aventurar nesta viagem. Como já disse antes, o trêm realmente é bem tranquilo, uma viagem calma, tanto de isco de acidentes como de roubos. Mas, fiquem muito atento, pois a rodoviária de Santa Cruz é bem perigosa de roubos e golpes. Tenho uma amiga que foi pra lá no começo do ano e foi enganada por um cara dizendo ser da polícia e na verdade era um golpista e roubou todo o dinheiro dela. Alguns brasileiros que eu encontrei na viagem contaram histórias iguais também. Agora vou narrar o que aconteceu com agente!


Chegamos cedo na rodoviária de Santa Cruz e estavamos deseperados para chegar em La paz. Algumas pe3ssoas já tinham nos falado que o ônibus que vai direto soó sai de noite, mas insistimos ekm procurar um. Derepente vem um cara gritando: La Paz, La paz, sale ahora!!. paramos ele e perguntamos qto que era diereto pra La Paz o ônibus, ai ele disse que era 120 bolivianos. Negociamos o preço (coisa mais normal, por bizar que pareça) e a passagem saiu por 90. Porém, o cara não tinha troco pra dar pra tdo mundo e tivemos que ir na agencia que ele trabalha. Quando chegamos lá, fui perguntar quanto tempo demorava até La Paz e o cara me disse que minha passagem era só até Cochabamba. Falei que ele estava louco, pois eu tinha pago até La Paz, ai ele com pacinência me mostrou que tinha sido enganado. Então ele mesmo chamou seu vendedor e fez o cara devolver o dinheiro. O cara entregou com maior cara-de-pau do mundo como se tivesse sido a coisa mais normal do mundo.


Fiquem muit atentos com estes tipos de coisas que é bem normal por lá. Nem adianta se extressar, querer brigar, por que as coisas só ficam pior. Prrestem bem atenção!! Pegamos o ônibus para Cochabamba, nossa esta parte da viagem é realmente perigosa, pois os motoristas correm muito, e coisa mais engraçada é que eles não dão seta para ultrapassar, eles buzinão. Se tem um carro mais devagar o onibus para atráz e da uma buzinada, se ele buzinou primeiro que o carro que vem de ferente ele tem a preferência. Não precisa nem falar o susto que levavamos com as buzinadas até entender o que se passava!!


Chegamos no começo da noite em Cochabamba e compramos uma passagem para La Paz, que eram mais 12 horas de viagem. Aproveitamos para jantar e comprar folha de coca, pois agora estavmos subindo a cordilheira dos Andês e altitude podia começar a pegar. Saimos as 10 da noite de La Paz e o ônibus acabou desenvolveu bem e chegamos como umas 5 da manhã, estava muito frio, mais muito frio!!!

domingo, 15 de agosto de 2010

Viagem Bolívia - Perú. Cap. 1















Vou começar explicando o porquê deste postagem neste estilo: prímeiro, pelo motivo que está viagem teve dois tipos de turismo, cultural e de aventura; segundo, que só para variar eu estou postando bem depois da viagem. Bom, então eu vou fazendo capítulos das etapas mais interessantes da viagem.





Este primeiro capítulo eu vou contar, se me permitem a audácia, da parte mais interresante culturalmente da viagem, o Trêm da Morte.





Saímos pela noite de Campo Grande, pegamos o onibus da meia-noite e chegamos em Corumbá as 6 da manhã. detalhe, a imagração do Brasil só abriria as 9 da manhã, chá de espera! Depois de muita espera de ter que enfrentar uma fila duas vezes por pura vacilo, conseguimos carimbar nossos passaportes. Entremos em Poro Quijaro, primeira cidade em solo boliviano, primeira vez que Matheus saia do Brasil, até brinquei - se morrer, pelo menos já saiu do país! Bricadeira de mal gosto neh!!





Compramos, as passagens do trem Puma, pois o melhor que era o Super Puma só tinha no proximo dia, nos custou 110 bolivianos cada uma, algo como 30 reais para nadar 540 km. Apesar do tanto que falaram para pegarmos o trêm melhor, resolvemos encarar este mesmo, tinhamos poucos dias para fazer a viagem. Mais quando trem parou, ficamos impressionado, era muito o bom , soh não tinha ar condicionado e restaurante. Mais as poutronas eram grandes e confortáveis e o trêm tinha um aspecto bom.





Um pouco antes doe sair, já vimos um fato que se reptiu muito nesta primeira parte da viagem. O trêm lotava de gente vendendo de todo tipo de comida. O cheiro de frango frito inundava o ar, misturado com o cheiro de frutas cítricas, dando um odor muito caristico e maracante, nesta parte da viagem.





Eu aconcelho a quem for fazer esta viagem que pegue este trêm mais economico.É um verdadeiro choque cultural. Neste trecho da viagem o percurso é todo por terreno plano, onde corresponde a parte do pantanal boliviano. O trem vai num ritmo bem de vagar e tranquilo, para a todo momento para entrar e sair gente. Cada parada desta lota de vendeores de comida. Estavamos esperando que o trem parace em alguma estação maior para comer, mas nada, o unico jeito de comer era comprar dos vendedores que ofereciam comida no trêm. Estavamos apreencivos, pois uma intoxicação laimentar no começo da viagem não seria legal. E além do mais, eles não pareciam muitos igiênicos!





Por volta de umas 7 da noite que o trem fez a primeira grande parada. Descemos, e já mortos de fome siamos para procurar comida. O melhor que achamaos foi uma pequena marmita de arroz com frango assado na brasa. Como não tinha nada melhor encaramos esta marmita, o detalhe é que com a mesma mão que o cara recebia o dinheiro usava para pegar o frango e por na marmita. Só Deus mesmo para salvar destas bactérias!





O ambiente do trêm é bem familiar, e tem vários jovens como nós que estavam fazendo esta viagem também. A nosso lado viajam duas mães com suas filhas, e um casal de uma brasileira e um boliviano. Foi muito interresante a conversa com estas pessoas. Eles me explicavam da diferença entre culturas entgre o altiplano e os povos da parte leste da Bolívia. A Bolívia pode ser dividas em duas partes: a oeste os povos do altiplano, os aymaras; e a leste os orientais, visivelmente diferentes no biotipo, dos que os povos da altitude, são os descentes dos indios guaranis na parte boliviana. O engraçado é que existe uma rivalidade entre estes dois lados do país.





Acordamos bem cedom e foi possível fazer umas fotos do sol nascendo de dentro do trêm. Tomamos o café da manhã dentro vagão mesmo, assim como nas outras estações, pela manhã o trêm encheu de gente vendendo leite com café, pão, uns pães pequenos como pão de queijo, e um outro feito de milho. Agora o cheiro do frango foi subistituido pelo cheiro de café e milho torrado, bem melhor!





Ainda pela manhã , estavamos sentados quando passou um cara andando pelo trêm e outro rapaz de Saõ Paulo que estava fazendo a viagem seguindo ele e filmando. Fui atrás com minha máquina ligada e filmando também. Fizemos uma camninhada até o ultimo vagão do trem com o cara servvindo de guia. Foi uma verdadeira empretitada cultural, pois o trêm tinha uma segunda classe, que a gente não tinha visto. Gente deitada pelo chão, gente viajando em pé, as poltronas não deitavam. Imagino que deve ser durro viajar naquelas condições! As 11 horas da manhã estavamos em Santa Cruz de la Sierra, a viagem foi tranquila em si, assim como a frase falada por uns dos bolivianos viajantes: - Este é o trêm da vida!.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Viagem dos sonhos


A muito tempo que eu queria ter a experiencia de conhecer os Andes. Foi do nada, estava em casa um dia com uma revista que tinha uma materia sobre o Peru e falei com o Matheus que mora comigo, ele se empolgou tanto que resolvemos sair de vgiagem nas ferias. Nao progamamos muita coisa nao, apenas demarcamos o roteiro e pronto.
Saimos dia 1 de Ouro Preto e fomos dormir emBelo Horizonte, pois no outro dia cedo tinhamos um voo direto para Campo Grande. Em BH foi bem legal,saimos com uns amigos nossos e tomamos umas cervejas despedida. Acordamos cedo no outro dia e saimos rumo ao aeroporto, o unico problema deste voo eque ele era justamente na hora dojogo do Brasil,fazer o que ne... perdemos o primrito tempo do jogo, mais a sorte ( ou azar) que o voo tinha uma escala em campinas e seria possivel assistir o sergundo tempo. Que bosta o Brasil tava joghando muito mal, e ainda por cima foi eliminado... fazer o que, o bom e que tinhammos muita mais a comemorar.
Chegamos no aeroiporto de Campo Grande as 3 da tarde, fomos pedir informaçoes e conhecemos Pano um Tailandes que esta indo para mesma rota que a gente. Fomos nos tres ate a rodoviaria compramos as passagens para Corumba no horaria das meia note, e seguimos para o centro da cidade para conhecer melhor.
Paramos em um, barzinho para comer e tomar uma cerveja, eu conversando com Pano com meu ingles tupiniquinin. Conhecemos uma galera de Campo Grande neste bar, e eles foram super recepetivos e nos levaram para outro bar melhor. Tomamos todas e ainda fomos para o apartamento do pessoal. O melhor de viajer e isto, vc conhecemuitas pessoas, faz amizade e todo mundo se indentifica com a sua viagem, pois viajar e quase um gosto universal!!
O pessoal foi estremanre gente boa, ainda tinha um cara que jah tinha feito a viajem que passou umas dicas bem legais. saimos as10:30 da casa deles e pegamos um taxi para a rodoviaria. Bebados cansados, mais com muita vontade de viajar, assim seguimos para Corumba, para pegar o trem da morte.